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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Meu Pai Está de Volta - Especial Zumbis (Halloween)

Olá leitores, hoje trago um vídeo novo no canal, desta vez um Especial de Halloween (como eu já tinha dito na imagem teaser) sobre zumbis, mas desta vez quem vai falar não sou eu, e sim o meu pai, que está de volta no canal.



Mateus

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Shotgun OP! - Warface

Olá leitores, hoje trago um vídeo novo no canal, desta vez um gameplay de Warface, um FPS gratuito para PC, no qual eu falo minhas primeiras impressões sobre o jogo e faço noobices (pra variar).



Mateus

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mini-Resenha – Rap God (Eminem)


Olá leitores hoje eu trago um novo quadro no blog (ta, não é exatamente uma novidade) que é o “Mini-Resenha”, cuja ideia é analisar singles, contos, livros pequenos  e outras formas de entretenimento “menores” (apenas em tamanho, obviamente) que não precisam de resenhas tão grandes.

Para começar esse quadro vou analisar o single Rap God, novo lançamento do famoso rapper Eminem que, apesar de não ter se destacado tanto como os anteriores (Berzerk e Survival), me pareceu mais interessante de avaliar, pois traz algumas características que fogem do estilo tradicional do artista e até mesmo do estilo mainstream da maioria dos singles de artistas famosos.

Logo no primeiro minuto, é possível perceber uma das características marcantes da música, o flow (maneira como o rapper encaixa a letra na batida da musica) que, além de ser bastante rápido (destaque para a parte após os 4min e 20), muda várias vezes ao longo da musica sem quebrar a “levada” ou usar artifícios como “scratches”.

A letra segue o tradicional estilo “Slim Shady” (alter ego do Eminem) com referências divertidas a cultura pop, “pancadas” em outros artistas e insanidades em geral. Além disso, as rimas estão excelentes com quatro ou cinco em uma única frase, algo que reforça a qualidade técnica da música.

Infelizmente, existem alguns pontos negativos na musica como a batida que é bastante inferior ao vocal e apenas cumpre seu papel sem se destacar, sendo bem genérica e “de rave” e o refrão que, apesar de viciante, não é tão bom quanto os de outras musicas no estilo “Slim Shady” como “Without Me” ou “Real Slim Shady”, porém mesmo com esses defeitos Rap God consegue ser uma das melhores músicas do Eminem em questão de técnica.



Mateus

domingo, 20 de outubro de 2013

Resenha - Queda de Gigantes


Olá leitores, hoje trago pela primeira vez neste blog uma resenha de livro, então, para começar bem esse quadro, analisarei um livro que considero indispensável para quem gosta de História e um bom ponto de partida pra quem não gosta. Estou falando de “Queda de Gigantes” do escritor e historiador Ken Follett.

Antes de começar quero (de novo) pedir desculpas por possíveis erros, pois nunca fiz uma resenha de livro antes (ok, na verdade tudo que eu estou fazendo aqui eu nunca fiz antes, então vou parar de pedir desculpas em todos os posts).

Para quem não sabe, “Queda de Gigantes” é o primeiro livro da trilogia “O Século”, que contará a história do século XX através de personagens que representam os arquétipos de pessoas que existiam em cada época (o aristocrata, a feminista radical, o sindicalista, etc). Este primeiro livro é focado na Primeira Guerra Mundial (também conhecida como “a guerra que todo mundo esquece porque a Segunda é bem mais interessante”), na Revolução Russa e nos eventos que levaram a ambas.

Apenas por esse resumo já é possível perceber que o livro tem uma proposta bem ambiciosa, pois, além de retratar um período de tempo longo (15 anos) de diferentes pontos de vista (no total são oito personagens espalhados por seis países), ele tem que ser fiel aos acontecimentos históricos e, ao mesmo tempo, contar uma história que cative o leitor. Neste ponto eu não ficarei enrolando e digo apenas que o autor consegue superar esses obstáculos com maestria, mantendo o equilíbrio entre a História e a narrativa com apenas alguns poucos deslizes.

Outro ponto do livro que merece destaque são os personagens que, apesar de serem arquétipos, não são bidimensionais e, mais importante, evoluem com o passar do tempo (destaque para Billy Williams e Grigori Peshkov), algo que, além de ser extremamente importante para qualquer personagem importante em um romance, exemplifica a mudança no pensamento e no modo de vida de determinadas classes sociais nesse período histórico.

Obviamente, o livro não está livre de problemas e possui alguns pontos negativos como o ritmo lento antes de começar a Primeira Guerra e até mesmo em alguns momentos durante a guerra (existe um motivo pra uma parte dela ter sido chamada de “guerra de trincheiras”) e alguns personagens com menos profundidade como o Conde Fitzherbert que, para mim, foi o mais sem sal do livro (entendo que a ideia foi mostrar a incompetência dos aristocratas ingleses da época, mas isso não muda o fato dele ser um personagem ruim).

Concluindo, Queda de Gigantes é um excelente livro tanto do ponto de vista histórico, quanto do ponto de vista literário e, apesar de não estar livre de defeitos, conseguiu superar as minhas expectativas, que já eram bastante altas por causa de seu conceito ambicioso.

Obs: não darei nota em análise de livros, pois os considero uma forma de arte bastante subjetiva (ok, acho que quase nenhuma resenha vai ter nota neste blog).

Mateus

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Preço do PS4!

Olá leitores, hoje trago um novo vídeo no canal, desta vez um vlog falando sobre o anuncio do preço do PS4 no Brasil, que foi um "pouco" acima do esperado.



Mateus

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O X1 dos Noobs - League of Legends PR #3

Olá leitores, hoje trago um novo vídeo do meu canal, desta vez com mais um episódio da série League of Legends PR (Partidas Random). Neste episódio eu trago uma partida contra o canal FullGamer (Henrique).



Mateus

domingo, 13 de outubro de 2013

Resenha - Oceanborn (Nightwish)


Olá leitores, depois de um longo tempo com poucas postagens, finalmente estou de volta com o blog, porém tomei a decisão de alterá-lo totalmente e transformá-lo em um espaço onde falarei sobre cultura geek e entretenimento em geral (livros, musicas, filmes, etc), pois acredito que, com as postagens do meu canal, eu já trago um bom conteúdo de games.

Para inaugurar o blog, farei uma resenha de um álbum um pouco antigo que, apesar de desconhecido aqui no Brasil, tem uma grande importância para mim, pois foi um dos discos que fez eu virar um verdadeiro “viciado” em heavy metal e muitas de suas variantes. Estou falando do Oceanborn, segundo álbum da banda de symphonic metal Nightwish e um dos álbuns mais importantes da história desse subgênero do heavy metal (e, curiosamente, um dos mais underrated).



Lembrando aos leitores que eu nunca fiz uma resenha de um álbum antes, portanto já peço desculpas antecipadas por possíveis erros e imparcialidades (leia-se fanboyzisse).

Para começar esta análise, quero reduzir as impressões que eu tive deste álbum em alguns “termos-chave”: atmosférico, intenso, experimental e jovial.

Quem já conhece o trabalho do Nightwish certamente não ficou surpreso com o “atmosférico”, pois a banda sempre teve essa característica de criar um “feeling” único em suas músicas que se encontra em algum lugar entre o fantástico, o gótico e o surreal, sempre pendendo mais para um deles dependendo do album. No Oceanborn, a atmosfera pende bastante para o fantástico e o surreal com letras repletas de simbolismos e figuras de linguagem (Devil and the Deep Dark Ocean e Gethsemane são bons exemplos), e melodias que lembram a trilha sonora de um filme medieval, um efeito causado, principalmente, pelos teclados de Tuomas (que são muito usados nesse álbum) e a voz operática de Tarja.

O “intenso” se deve ao uso de elementos do Power Metal como alta velocidade das músicas e grande destaque da guitarra e dos já mencionados teclados, que, apesar de estarem excelentes, são usados excessivamente (The Riddler, Stargazers), acabando por ofuscar os outros instrumentos, algo que, pra mim, é um dos maiores defeitos do álbum.



O “experimental” e o “jovial” compreendem um mesmo aspecto do álbum que é o fato dele ter sido o segundo álbum do Nightwish e o primeiro com gênero definido (o Angels Fall First oscila entre o folk metal e o symphonic metal), portanto a banda não teve medo de ser criativa em algumas musicas (Moondance) e de cometer exageros que, na maior parte das vezes, foram para o bem (Passion and the Opera), mas, eventualmente, causaram problemas como os excessos de teclados já mencionados e alguns momentos que a voz de Tarja é forçada demais e fica na corda bamba que divide o canto operatico do grito (o melhor exemplo é Stargazers).

Concluindo: Oceanborn é, em minha opinião, um dos melhores  álbuns já feitos pelo Nightwish e, apesar dos excessos técnicos cometidos em alguns pontos, tem um tipo de ousadia e inovação que só consegue ser alcançado por uma banda em seus primeiros anos de vida.

Obs: não darei nota nas resenhas de albuns, pois considero a música algo muito subjetivo para ser avaliado de forma tão exata.

Mateus

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Chega de Caverna! - Path of Exile

Olá leitores, hoje trago um novo vídeo no canal, desta vez um gameplay de Path of Exile, um Action RPG gratuito para PC, no qual, além de comentar coisas aleatórias (como sempre), eu também explico algumas características do jogo.

 

Mateus

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Zoando contra os bots - League of Legends PR #2

Olá leitores, hoje trago um novo vídeo no canal, desta vez com o segundo episodio da série League of Legends PR (Partidas Random) na qual eu faço gameplays de LoL com um ou mais convidados. Neste segundo episódio conto com as presenças ilustres dos canais Danisfair e FullGamer. Não esqueçam de visitar os canais de ambos, que estão na descrição do vídeo



Mateus