Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game Deep Sea Hunter disponível no site Kongregate.
A jogabilidade consiste em você guiar seu submarino por um oceano matando peixes e outros animais aquaticos enquanto pega moedas para melhorá-lo (upgrades) no próximo "dia" (os dias acabam quando o combustível do submarino se esgota, fazendo-o emergir imediatamente), ou seja, nada de muito inovador, apesar de ser um pouco viciante.
Os controles são o ponto forte do jogo, pois exigem apenas que o jogador controle o submarino com o mouse e todas as outras ações (atirar misseis, fazer lock-on nos inimigos) são automáticas tornando o jogo simples, eficiente e, quando combinado com o sistema de upgrades, bastante viciante.
Os gráficos são simples e coloridos, como de praxe em jogos do gênero, e o áudio também é simples com apenas uma música.
Resumindo, é um jogo em flash bem comum: simples e bastante viciante, porém seu diferencial é a grande facilidade dos controles que permitem a qualquer um jogar e se divertir.
Link: http://www.kongregate.com/games/kizigames/deep-sea-hunter
Mateus
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Minecon 2012 - Resumo
Olá leitores, nesta postagem falarei sobre os principais anúncios da Minecon 2012, uma conferencia feita pela Mojang para mostrar novidades sobre seus jogos (principalmente Minecraft, como o nome do evento já sugere) que aconteceu há alguns dias atrás em Paris dentro do complexo de parques da Disney (mais conhecido como a Disneylandia de París).
Nova atualização de Minecraft (Redstone Update)
O anuncio mais importante dessa conferencia foi, obviamente, sobre Minecraft, se trata da atualização 1.5 do jogo que mudará completamente o sistema de redstone (um material usado para fazer construções mecânicas como pistões, elevadores, sistemas "elétricos", etc) do jogo para que ele se torne mais "previsível e consistente", ou seja, vai facilitar a vida de quem gosta de fazer sistemas complexos de redstone.
Uma das adições dessa atualização é o "Capacitor", um bloco especial que permitirá aos jogadores ajustarem a energia liberada pela redstone. Basicamente, esses blocos funcionarão da seguinte maneira: haverá uma entrada e uma saída de energia em cada Capacitor, e para que a energia chegue a essa saída e continue para o sistema que ela irá ativar é necessário que ela esteja a um determinado nível, o qual é ajustado pelo jogador, portanto com essa atualização será possível que, por exemplo, uma placa de pressão libere quantidades de energia diferentes dependendo do peso que está em cima dela.
Essa adição pode não parecer importante, mas na verdade permitirá a criação de sistemas completamente novos de redstone, já que abre várias possibilidades como a de ligar vários sistemas diferentes a um único "ativador" (placas de pressão, trilhos detectores, etc) e ativar apenas os que você quiser.
Essa atualização também dará novas funções para os minecarts como transportar animais por um trilho especifico para isso, serem presos a outros minecarts para transportar vários itens de uma vez só e outras funções que facilitarão a criação de sistemas automáticos de minecarts.
Além disso, outras novidades planejadas para essa atualização são: um bloco que funciona como painel solar (que, combinado com o Capacitor, permitirá criar sistemas de energia solar, fogos de artificio (comemorando o Ano Novo), um novo minério que só poderá ser encontrado no Nether e será usado para fazer os Capacitors e obviamente a costumeira correção de vários bugs.
Por fim, os produtores anunciaram que as próximas atualizações sairão a cada dois meses e serão mais focadas em melhorar e adicionar novidades a um ponto específico do jogo, ao invés de adicionar mais coisas ao jogo inteiro.
Novo trailer de Scrolls
A Mojang também anunciou que a fase de testes alpha do jogo Scrolls, que mistura estratégia com card-game, está perto de começar, porém ele estará disponível para poucas pessoas e só poderá ser comprado a partir do beta, estágio do qual ele será atualizado até chegar a versão final (assim como aconteceu com Minecraft).
Além disso, um novo trailer do jogo foi revelado.
Versão de Minecraft para Raspberry Pi
Para quem não sabe, o Raspberry Pi é um computador do tamanho de um cartão de crédito que permitirá a jovens programadores desenvolverem suas habilidades sem gastar muito ou precisar de muitos aparelhos, pois ele será propositalmente fácil de hackear, barato (apenas 35 dolares, sem previsão para chegar ao Brasil) e poderá ser plugado em qualquer monitor ou TV.
A Mojang está trabalhando para trazer uma versão de Minecraft para esse computador que será baseada nas "Pocket Editions" para Smartphones e Tablets e terá suporte para várias linguagens de programação, portanto jovens poderão modificar o jogo facilmente, aprendendo mais sobre programação no processo.
Esse computador já está sendo usado em escolas (de outros países, é obvio) para despertar o interesse das crianças em programação e, na minha opinião, é uma maneira inteligente de aliar entretenimento,acessibilidade e educação, além de possibilitar o surgimento de novos programadores talentosos que, sem essa chance, talvez nunca reconhecem seu potencial ou não conseguissem mostrá-lo.
Essas foram as principais notícias da Minecon 2012 que, na minha opinião, podia ter mostrado mais jogos novos, como o 0x10c (novo jogo de Markus "Notch" Persson, criador de Minecraft), mas mesmo assim teve anúncios interessantes ,principalmente para os jogadores de Minecraft.
Mateus
Nova atualização de Minecraft (Redstone Update)
O anuncio mais importante dessa conferencia foi, obviamente, sobre Minecraft, se trata da atualização 1.5 do jogo que mudará completamente o sistema de redstone (um material usado para fazer construções mecânicas como pistões, elevadores, sistemas "elétricos", etc) do jogo para que ele se torne mais "previsível e consistente", ou seja, vai facilitar a vida de quem gosta de fazer sistemas complexos de redstone.
Uma das adições dessa atualização é o "Capacitor", um bloco especial que permitirá aos jogadores ajustarem a energia liberada pela redstone. Basicamente, esses blocos funcionarão da seguinte maneira: haverá uma entrada e uma saída de energia em cada Capacitor, e para que a energia chegue a essa saída e continue para o sistema que ela irá ativar é necessário que ela esteja a um determinado nível, o qual é ajustado pelo jogador, portanto com essa atualização será possível que, por exemplo, uma placa de pressão libere quantidades de energia diferentes dependendo do peso que está em cima dela.
Essa adição pode não parecer importante, mas na verdade permitirá a criação de sistemas completamente novos de redstone, já que abre várias possibilidades como a de ligar vários sistemas diferentes a um único "ativador" (placas de pressão, trilhos detectores, etc) e ativar apenas os que você quiser.
Essa atualização também dará novas funções para os minecarts como transportar animais por um trilho especifico para isso, serem presos a outros minecarts para transportar vários itens de uma vez só e outras funções que facilitarão a criação de sistemas automáticos de minecarts.
Além disso, outras novidades planejadas para essa atualização são: um bloco que funciona como painel solar (que, combinado com o Capacitor, permitirá criar sistemas de energia solar, fogos de artificio (comemorando o Ano Novo), um novo minério que só poderá ser encontrado no Nether e será usado para fazer os Capacitors e obviamente a costumeira correção de vários bugs.
Por fim, os produtores anunciaram que as próximas atualizações sairão a cada dois meses e serão mais focadas em melhorar e adicionar novidades a um ponto específico do jogo, ao invés de adicionar mais coisas ao jogo inteiro.
Novo trailer de Scrolls
A Mojang também anunciou que a fase de testes alpha do jogo Scrolls, que mistura estratégia com card-game, está perto de começar, porém ele estará disponível para poucas pessoas e só poderá ser comprado a partir do beta, estágio do qual ele será atualizado até chegar a versão final (assim como aconteceu com Minecraft).
Além disso, um novo trailer do jogo foi revelado.
Versão de Minecraft para Raspberry Pi
Para quem não sabe, o Raspberry Pi é um computador do tamanho de um cartão de crédito que permitirá a jovens programadores desenvolverem suas habilidades sem gastar muito ou precisar de muitos aparelhos, pois ele será propositalmente fácil de hackear, barato (apenas 35 dolares, sem previsão para chegar ao Brasil) e poderá ser plugado em qualquer monitor ou TV.
A Mojang está trabalhando para trazer uma versão de Minecraft para esse computador que será baseada nas "Pocket Editions" para Smartphones e Tablets e terá suporte para várias linguagens de programação, portanto jovens poderão modificar o jogo facilmente, aprendendo mais sobre programação no processo.
Esse computador já está sendo usado em escolas (de outros países, é obvio) para despertar o interesse das crianças em programação e, na minha opinião, é uma maneira inteligente de aliar entretenimento,acessibilidade e educação, além de possibilitar o surgimento de novos programadores talentosos que, sem essa chance, talvez nunca reconhecem seu potencial ou não conseguissem mostrá-lo.
Essas foram as principais notícias da Minecon 2012 que, na minha opinião, podia ter mostrado mais jogos novos, como o 0x10c (novo jogo de Markus "Notch" Persson, criador de Minecraft), mas mesmo assim teve anúncios interessantes ,principalmente para os jogadores de Minecraft.
Mateus
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Smartphone & Tablet Games - CSR Racing
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o jogo de corrida CSR Racing, disponível para dispositivos IOS (Ipod, Iphone, IPad, etc).
CSR Racing é um jogo bastante simples, pois tem apenas um tipo de corrida, as "Drag Races" (ou arrancadas) que, por sua vez, também são simples já que a única coisa que o jogador precisa fazer é tocar a tela em alguns momentos (tap) para executar certas ações como trocar de marcha, ativar o nitro e dar a largada.
Felizmente, o jogo não se resume a isso e permite ao jogador comprar carros, fazer upgrades (os quais influenciam bastante nas corridas e devem ser feitos com um pouco de estratégia) e participar de vários tipos de eventos (apesar de todos utilizarem a mesma mecânica), compensando a mecânica simples com uma boa quantidade de conteúdo, incluindo um modo carreira bem extenso.
Os gráficos também não deixam a desejar com carros tridimensionais e muito bem feitos e uma ambientação que lembra muito as séries Need for Speed e Midnight Club, algo que também é perceptível nas músicas e efeitos sonoros.
Agora vamos a um ponto crucial das minhas análises, a inovação (sei que eu levo esse aspecto a sério demais em alguns momentos, mas esse é um blog sobre jogos indie), e eu tenho que dizer que CSR Racing se sai bem nesse quesito, não por ter um conceito inovador (na verdade ele já foi usado por vários outros jogos inclusive flash games), mas sim por trazer uma quantidade surpreendente de conteúdo para um jogo desse tipo (geralmente jogos com essa mecânica são bem rasos em conteúdo) e também pela boa qualidade audiovisual e de jogabilidade.
O único, porém grande, defeito do jogo é o fato de que ele se torna extremamente dificil caso o jogador não faça microtransações (comprar itens do jogo com dinheiro real), tornando o jogo muito frustrante a partir de certo ponto e exigindo muita paciência do jogador
Conclusão: CSR Racing é um jogo altamente recomendado, porém você terá que se dedicar bastante para prosseguir no modo carreira sem gastar dinheiro.
Mateus
CSR Racing é um jogo bastante simples, pois tem apenas um tipo de corrida, as "Drag Races" (ou arrancadas) que, por sua vez, também são simples já que a única coisa que o jogador precisa fazer é tocar a tela em alguns momentos (tap) para executar certas ações como trocar de marcha, ativar o nitro e dar a largada.
Felizmente, o jogo não se resume a isso e permite ao jogador comprar carros, fazer upgrades (os quais influenciam bastante nas corridas e devem ser feitos com um pouco de estratégia) e participar de vários tipos de eventos (apesar de todos utilizarem a mesma mecânica), compensando a mecânica simples com uma boa quantidade de conteúdo, incluindo um modo carreira bem extenso.
Os gráficos também não deixam a desejar com carros tridimensionais e muito bem feitos e uma ambientação que lembra muito as séries Need for Speed e Midnight Club, algo que também é perceptível nas músicas e efeitos sonoros.
Agora vamos a um ponto crucial das minhas análises, a inovação (sei que eu levo esse aspecto a sério demais em alguns momentos, mas esse é um blog sobre jogos indie), e eu tenho que dizer que CSR Racing se sai bem nesse quesito, não por ter um conceito inovador (na verdade ele já foi usado por vários outros jogos inclusive flash games), mas sim por trazer uma quantidade surpreendente de conteúdo para um jogo desse tipo (geralmente jogos com essa mecânica são bem rasos em conteúdo) e também pela boa qualidade audiovisual e de jogabilidade.
O único, porém grande, defeito do jogo é o fato de que ele se torna extremamente dificil caso o jogador não faça microtransações (comprar itens do jogo com dinheiro real), tornando o jogo muito frustrante a partir de certo ponto e exigindo muita paciência do jogador
Conclusão: CSR Racing é um jogo altamente recomendado, porém você terá que se dedicar bastante para prosseguir no modo carreira sem gastar dinheiro.
Mateus
domingo, 18 de novembro de 2012
Smartphone & Tablet Games - Storm the Train
Olá leitores, nesta postagem vou começar um "quadro" novo aqui no AltgamesBR, o Smartphone & Tablet Games, no qual eu comentarei sobre...bem acho que o nome já diz tudo né?
O primeiro jogo avaliado neste quadro será o Storm the Train, feito pela produtora Chillingo e disponível para IPad, IPod e IPhone.
Assim como muitos jogos para esses aparelhos, Storm The Train é bastante simples, o objetivo do jogo consiste em percorrer cenários 2D, que no caso são trens, matando inimigos, conseguindo upgrades e ataques especiais, cumprindo objetivos, derrotando chefões e sobrevivendo pelo máximo de tempo possível para conseguir uma pontuação alta.
A mecanica de jogo é solida e funciona bem, porém é tipica de um jogo de ação 2D, ou seja, não tem nenhuma inovação, a unica coisa um pouco fora do comum são alguns eventos que ocorrem no meio das fases (resgatar vitimas, pilotar veículos, etc) que, apesar de serem divertidos e evitarem a repetição, já foram usados por outros jogos nesse mesmo estilo.
Os gráficos são bons, mas também comuns, com estilo cartoon e colorido, e o áudio segue a mesma linha dos gráficos.
Apesar dessa falta de inovação, tenho que admitir que que o jogo tem uma ideia bem inteligente, ele desbloqueia mais conteúdo a medida que a pessoa joga e cumpre os objetivos (ao contrário de alguns jogos nos quais o único jeito de desbloquear conteúdo é comprando com o dinheiro adquirido nas partidas), e quando eu digo conteúdo quero dizer novas fases, inimigos, chefões e eventos, e não apenas algumas roupas ou upgrades, isso incentiva o jogador a continuar jogando por um bom tempo.
Por fim, o jogo tem um detalhe que diminui muito todos os pontos negativos já citados: ele é grátis e, mais importante, não depende de microtransações (as famosas compras de itens do jogo com dinheiro real), portanto se você procura um jogo divertido e viciante, Storm the Train é imperdível, só não espere por nada muito inovador.
Mateus
O primeiro jogo avaliado neste quadro será o Storm the Train, feito pela produtora Chillingo e disponível para IPad, IPod e IPhone.
Assim como muitos jogos para esses aparelhos, Storm The Train é bastante simples, o objetivo do jogo consiste em percorrer cenários 2D, que no caso são trens, matando inimigos, conseguindo upgrades e ataques especiais, cumprindo objetivos, derrotando chefões e sobrevivendo pelo máximo de tempo possível para conseguir uma pontuação alta.
A mecanica de jogo é solida e funciona bem, porém é tipica de um jogo de ação 2D, ou seja, não tem nenhuma inovação, a unica coisa um pouco fora do comum são alguns eventos que ocorrem no meio das fases (resgatar vitimas, pilotar veículos, etc) que, apesar de serem divertidos e evitarem a repetição, já foram usados por outros jogos nesse mesmo estilo.
Os gráficos são bons, mas também comuns, com estilo cartoon e colorido, e o áudio segue a mesma linha dos gráficos.
Apesar dessa falta de inovação, tenho que admitir que que o jogo tem uma ideia bem inteligente, ele desbloqueia mais conteúdo a medida que a pessoa joga e cumpre os objetivos (ao contrário de alguns jogos nos quais o único jeito de desbloquear conteúdo é comprando com o dinheiro adquirido nas partidas), e quando eu digo conteúdo quero dizer novas fases, inimigos, chefões e eventos, e não apenas algumas roupas ou upgrades, isso incentiva o jogador a continuar jogando por um bom tempo.
Por fim, o jogo tem um detalhe que diminui muito todos os pontos negativos já citados: ele é grátis e, mais importante, não depende de microtransações (as famosas compras de itens do jogo com dinheiro real), portanto se você procura um jogo divertido e viciante, Storm the Train é imperdível, só não espere por nada muito inovador.
Mateus
sábado, 3 de novembro de 2012
Notícia - Ouya continua em desenvolvimento
Olá leitores, lembram-se do Ouya, aquele console independente anunciado no meio do ano que chamou a atenção por ser "feito para ser hackeado" e por sua produção ser financiado pelo Kickstarter. Desde seu anuncio, não tinham sido reveladas mais informações sobre o console, o que fez muitos pensarem que algum problema tinha acontecido (algo comum em produtos indie), porém, felizmente, os produtores informaram que o console está sendo desenvolvido normalmente, uma ótima notícia para os gamers e, principalmente, para aqueles que investiram no projeto no Kickstarter
Além disso, foi revelado que os primeiros dev kits (equipamento necessário para os produtores desenvolverem jogos para uma plataforma) do Ouya serão enviados em dezembro.
Mateus
sábado, 20 de outubro de 2012
Demo - Joe Danger 2: The Movie
Olá leitores, nesta postagem farei uma pequena análise da demo do jogo Joe Danger 2: The Movie, que foi disponibilizada pelo estúdio Hello Games há algumas semanas atrás.
A mecânica de jogo de Joe Danger é bastante simples e bem funcional, o jogador deve conduzir algum veículo (esqui, moto, carro de mina, etc) por um cenário quase 2D (em alguns momentos é possível se movimentar para o fundo ou para a frente do cenário) cumprindo certos objetivos da missão para ganhar estrelas que são usadas para desbloquear novas missões. Além disso, o jogador também pode fazer manobras durante as fases para acumular pontos e turbo, porém, dependendo da fase, um erro pode fazer o jogador perder todos os pontos, portanto existe um inteligente (porém não muito inovador) sistema de risco e recompensa que incentiva a busca pela pontuação mais alta em uma fase.
A principal inovação desse jogo em relação ao original foi a adição de vários novos veículos (no original só existia um veículo, a moto) que realmente alteram a jogabilidade e não são apenas um elemento estético, porém eles também não trazem nenhuma grande inovação na jogabilidade, com exceção da mochila a jato que é um pouco diferente. Não sei se no jogo completo existe uma variação maior na jogabilidade, porém a demo não mostra isso.
Os gráficos também são bastante parecidos com os do primeiro jogo, assim como o audio, ou seja, ambos estão bons.
Resumindo, Joe Danger 2 é um jogo bom, simples e viciante, porém ele apenas evolui o conceito do primeiro jogo sem reinventar a roda.
Mateus
sábado, 6 de outubro de 2012
Now Playing - Snake Squad
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game de ação Snake Squad que está disponível no site Armor Games.
A jogabilidade de Snake Squad é simples ao extremo, pois a unica coisa que o jogador deve fazer é usar o mouse para movimentar seu soldado, porém isso não torna o jogo fácil de forma alguma, já que os inimigos são muitos e é necessário se preocupar em desviar dos tiros e, ao mesmo tempo, se aproximar dos inimigos para matá-los. Assim como a jogabilidade, o objetivo do jogo também é muito simples: sobreviver o máximo de tempo possível.
Além disso, um outro elemento importante e muito interessante de Snake Squad é a possibilidade de ganhar novos soldados para seu esquadrão que funciona da seguinte forma: a cada 30 segundos um soldado aparece no cenário e se junta ao esquadrão do jogador ao passar perto dele, porém há um problema, ele segue o jogador o tempo todo e morre com um tiro, e esses soldados são essenciais para sobreviver depois das primeiras ondas de inimigos, portanto o jogador não tem que pensar apenas em desviar dos tiros, mas também em garantir que seu esquadrão desvie deles.
Os gráficos e o áudio também são simples, porém, ao contrário da jogabilidade, não são interessantes, apenas cumprindo seu papel.
Concluindo: Snake Squad é realmente divertido, interessante e tem um conceito diferente, porém não espere nada impressionante ou fantástico, já que é um jogo muito simples.
Link: http://armorgames.com/play/13945/snake-squad
Mateus
A jogabilidade de Snake Squad é simples ao extremo, pois a unica coisa que o jogador deve fazer é usar o mouse para movimentar seu soldado, porém isso não torna o jogo fácil de forma alguma, já que os inimigos são muitos e é necessário se preocupar em desviar dos tiros e, ao mesmo tempo, se aproximar dos inimigos para matá-los. Assim como a jogabilidade, o objetivo do jogo também é muito simples: sobreviver o máximo de tempo possível.
Além disso, um outro elemento importante e muito interessante de Snake Squad é a possibilidade de ganhar novos soldados para seu esquadrão que funciona da seguinte forma: a cada 30 segundos um soldado aparece no cenário e se junta ao esquadrão do jogador ao passar perto dele, porém há um problema, ele segue o jogador o tempo todo e morre com um tiro, e esses soldados são essenciais para sobreviver depois das primeiras ondas de inimigos, portanto o jogador não tem que pensar apenas em desviar dos tiros, mas também em garantir que seu esquadrão desvie deles.
Os gráficos e o áudio também são simples, porém, ao contrário da jogabilidade, não são interessantes, apenas cumprindo seu papel.
Concluindo: Snake Squad é realmente divertido, interessante e tem um conceito diferente, porém não espere nada impressionante ou fantástico, já que é um jogo muito simples.
Link: http://armorgames.com/play/13945/snake-squad
Mateus
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Now Playing - Takeover
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game de estratégia Takeover, que pode ser jogado no site Armorgames.
A mecânica do jogo consiste em criar tropas em sua base inicial e comandá-las por caminhos pré-determinados para invadir as construções do seu adversário (cidades, castelos, torres de magica, etc), algo que já foi feito em vários outros flash games e jogos para smartphones, portanto não se trata de uma ideia original. Apesar desse problema, o jogo é bastante divertido, simples de aprender e permite uma variedade considerável de estratégias, pois ele contem uma boa variedade de tropas (5 tipos, o que para um jogo com esse tipo de mecânica é um numero alto), varias melhorias que podem ser feitas durante a campanha e um sistema, bem simples, de gerenciamento de recursos.
Na parte gráfica e sonora não encontrei grandes surpresas: o visual é simples e colorido, como já é de costume nos jogos de estratégia em flash, as músicas cumprem seu papel, mas não surpreendem, e os efeitos sonoros são apenas básicos, porem achei o grito dos soldados um pouco irritante.
Concluindo: Takeover é um bom jogo para quem quer um passatempo simples e divertido, porém se você quer jogar um flash game de estratégia inovador ou de altissima qualidade, nem teste esse jogo, pois essa não é a proposta dele.
Link: http://armorgames.com/play/13880/takeover
Mateus
A mecânica do jogo consiste em criar tropas em sua base inicial e comandá-las por caminhos pré-determinados para invadir as construções do seu adversário (cidades, castelos, torres de magica, etc), algo que já foi feito em vários outros flash games e jogos para smartphones, portanto não se trata de uma ideia original. Apesar desse problema, o jogo é bastante divertido, simples de aprender e permite uma variedade considerável de estratégias, pois ele contem uma boa variedade de tropas (5 tipos, o que para um jogo com esse tipo de mecânica é um numero alto), varias melhorias que podem ser feitas durante a campanha e um sistema, bem simples, de gerenciamento de recursos.
Na parte gráfica e sonora não encontrei grandes surpresas: o visual é simples e colorido, como já é de costume nos jogos de estratégia em flash, as músicas cumprem seu papel, mas não surpreendem, e os efeitos sonoros são apenas básicos, porem achei o grito dos soldados um pouco irritante.
Concluindo: Takeover é um bom jogo para quem quer um passatempo simples e divertido, porém se você quer jogar um flash game de estratégia inovador ou de altissima qualidade, nem teste esse jogo, pois essa não é a proposta dele.
Link: http://armorgames.com/play/13880/takeover
Mateus
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Retro/Grade - Impressões da demo
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre a demo do jogo musical Retro/Grade, produzido pelo estúdio 24 Caret, que foi lançada na PSN há pouco tempo.
Basicamente, o jogo é um "shooter de nave reverso", pois a fase acontece como se o jogador estivesse voltando no tempo, ou seja, ela começa no que seria o fim dela e o jogador tem que desfazer todas as ações que faria em um jogo de nave normal. Sei que essa é um explicação confusa, mas vou tentar explicar como funciona: a nave do jogador se move de ré da direita pra esquerda e deve capturar os tiros que vem da direita (que seriam os tiros feitos pelo próprio jogador em um jogo normal) e desviar dos que vem da direita (que seriam os tiros do inimigo em um jogo normal), de acordo com o ritmo da música, ou seja, o jogo é mais musical do que realmente de nave. Como o conceito do jogo é difícil de explicar, apesar de bastante fácil de entender ao jogar, segue um vídeo para vocês entenderem melhor.
Além do conceito diferente e inovador, Retro/Grade tem uma boa jogabilidade que, como eu já disse, é fácil de entender, apesar de parecer caótica no começo, gráficos bem feitos com muitas luzes e cores, e músicas eletrônicas ótimas, viciantes e que combinam com o jogo.
O único defeito de Retro/Grade é que, mesmo na demo, já é possível ver que ele tem poucas fases ( apenas 10), portanto, se você gostar da demo e quiser comprar o jogo completo, leve isso em consideração antes.
Concluindo: Pelo que vi na demo, Retro/Grade é um jogo ótimo, inovador e que deve ser testado por qualquer pessoa que goste de jogos indie e, apesar de ter poucas fases, pode ser uma boa compra caso você goste de jogos desse tipo.
Mateus
Basicamente, o jogo é um "shooter de nave reverso", pois a fase acontece como se o jogador estivesse voltando no tempo, ou seja, ela começa no que seria o fim dela e o jogador tem que desfazer todas as ações que faria em um jogo de nave normal. Sei que essa é um explicação confusa, mas vou tentar explicar como funciona: a nave do jogador se move de ré da direita pra esquerda e deve capturar os tiros que vem da direita (que seriam os tiros feitos pelo próprio jogador em um jogo normal) e desviar dos que vem da direita (que seriam os tiros do inimigo em um jogo normal), de acordo com o ritmo da música, ou seja, o jogo é mais musical do que realmente de nave. Como o conceito do jogo é difícil de explicar, apesar de bastante fácil de entender ao jogar, segue um vídeo para vocês entenderem melhor.
Além do conceito diferente e inovador, Retro/Grade tem uma boa jogabilidade que, como eu já disse, é fácil de entender, apesar de parecer caótica no começo, gráficos bem feitos com muitas luzes e cores, e músicas eletrônicas ótimas, viciantes e que combinam com o jogo.
O único defeito de Retro/Grade é que, mesmo na demo, já é possível ver que ele tem poucas fases ( apenas 10), portanto, se você gostar da demo e quiser comprar o jogo completo, leve isso em consideração antes.
Concluindo: Pelo que vi na demo, Retro/Grade é um jogo ótimo, inovador e que deve ser testado por qualquer pessoa que goste de jogos indie e, apesar de ter poucas fases, pode ser uma boa compra caso você goste de jogos desse tipo.
Mateus
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Now Playing - The Last Stand: Dead Zone
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o MMO de gerenciamento e estratégia The Last Stand: Dead Zone que pode ser jogado no site Armor Games.
The Last Stand: Dead Zone se passa em uma cidade devastada por um apocalipse zumbi, porém, ao invés de ser um FPS ou TPS (a maioria dos jogos com essa temática são desses gêneros), ele é um jogo de estratégia no qual o jogador deve comandar sua base de sobreviventes, mantendo-os saudáveis, seguros e bem equipados, porém para conseguir isso o jogador deve ter certas construções que são feitas utilizando recursos, os quais devem ser encontrados pelo jogador em prédios abandonados infestados de zumbis, portanto o jogador deve combatê-los enquanto procura por itens úteis. Além disso, depois de um período de tempo, o jogador pode ser atacado por outros jogadores e atacar seus esconderijos para coletar itens.
A primeira vista, o jogo não é muito diferente de muitos outros, pois a parte de gerenciamento de recursos do jogo funciona de forma similar a muitos jogos de administração para smartphones e outros aparelhos, e o combate lembra alguns jogos de estratégia em flash, porém ele acaba se revelando um jogo bem original, pois, apesar de não ser muito criativa, a mecânica de gerenciamento de recursos funciona muito bem e é complexa, mas ao mesmo tempo fácil de entender. As partes de combate e coleta de recursos também são excelentes e, apesar de remeterem a alguns flash games de estratégia, tem elementos bastante originais como o limite de tempo para a exploração, o fato de que você deve deixar um personagem vulnerável enquanto ele coleta recursos (ambos também contribuem para deixar o jogador tenso durante essas partes), entre outros.
Pelo que joguei, posso dizer que The Last Stand: Dead Zone é um ótimo jogo e deve ser experimentado por qualquer um que goste de jogos de estratégia ou com temática de apocalipse zumbi.
Além disso, eu pretendo continuar jogando esse jogo e talvez comentar mais sobre ele em futuras postagens.
Obs: é necessário criar uma conta no site para jogar. Além disso, ele pode ter problemas de lentidão em PCs mais antigos, para diminuir isso desligue os efeitos visuais no menu Settings.
Link: http://armorgames.com/the-last-stand-dead-zone-game/13691
Mateus
The Last Stand: Dead Zone se passa em uma cidade devastada por um apocalipse zumbi, porém, ao invés de ser um FPS ou TPS (a maioria dos jogos com essa temática são desses gêneros), ele é um jogo de estratégia no qual o jogador deve comandar sua base de sobreviventes, mantendo-os saudáveis, seguros e bem equipados, porém para conseguir isso o jogador deve ter certas construções que são feitas utilizando recursos, os quais devem ser encontrados pelo jogador em prédios abandonados infestados de zumbis, portanto o jogador deve combatê-los enquanto procura por itens úteis. Além disso, depois de um período de tempo, o jogador pode ser atacado por outros jogadores e atacar seus esconderijos para coletar itens.
A primeira vista, o jogo não é muito diferente de muitos outros, pois a parte de gerenciamento de recursos do jogo funciona de forma similar a muitos jogos de administração para smartphones e outros aparelhos, e o combate lembra alguns jogos de estratégia em flash, porém ele acaba se revelando um jogo bem original, pois, apesar de não ser muito criativa, a mecânica de gerenciamento de recursos funciona muito bem e é complexa, mas ao mesmo tempo fácil de entender. As partes de combate e coleta de recursos também são excelentes e, apesar de remeterem a alguns flash games de estratégia, tem elementos bastante originais como o limite de tempo para a exploração, o fato de que você deve deixar um personagem vulnerável enquanto ele coleta recursos (ambos também contribuem para deixar o jogador tenso durante essas partes), entre outros.
Pelo que joguei, posso dizer que The Last Stand: Dead Zone é um ótimo jogo e deve ser experimentado por qualquer um que goste de jogos de estratégia ou com temática de apocalipse zumbi.
Além disso, eu pretendo continuar jogando esse jogo e talvez comentar mais sobre ele em futuras postagens.
Obs: é necessário criar uma conta no site para jogar. Além disso, ele pode ter problemas de lentidão em PCs mais antigos, para diminuir isso desligue os efeitos visuais no menu Settings.
Link: http://armorgames.com/the-last-stand-dead-zone-game/13691
Mateus
domingo, 5 de agosto de 2012
Now Playing - Legend of the Void 2
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game de RPG Legend of the Void 2 que está disponível no site Armor Games.
A jogabilidade de Legend of the Void 2 funciona muito bem e é uma espécie de mistura entre vários conceitos de outros flash games, por exemplo: o sistema de combate é parecido com o da série Sonny (excelente série de flash games por sinal), mas o sistema de exploração é similar ao de um "dungeon crawler" (tipo de RPG que tem como principal representante a série Diablo), porém, ao contrário do que acontece em alguns flash games, esses conceitos não são modificados, fazendo com que o jogo se torne genérico.
Assim como a jogabilidade, os gráficos do jogo são bons, porém a arte do jogo é muito comum, tornando o jogo ainda menos original, e as músicas não se destacam muito, apenas cumprindo seu papel, portanto não existe nenhum aspecto que torne esse jogo realmente criativo ou autentico
Resumindo, Legend of the Void 2 usa conceitos tradicionais dos flash games de RPG sem inovar em nenhum aspecto, portanto, se você gosta de jogos inovadores, nem tente jogar, porém, se você apenas quer um RPG com uma boa jogabilidade, bons gráficos e uma complexidade que não é muito comum em flash games, Legend of the Void 2 é um ótimo jogo para você.
Link: http://armorgames.com/play/13615/legend-of-the-void-2
Mateus
A jogabilidade de Legend of the Void 2 funciona muito bem e é uma espécie de mistura entre vários conceitos de outros flash games, por exemplo: o sistema de combate é parecido com o da série Sonny (excelente série de flash games por sinal), mas o sistema de exploração é similar ao de um "dungeon crawler" (tipo de RPG que tem como principal representante a série Diablo), porém, ao contrário do que acontece em alguns flash games, esses conceitos não são modificados, fazendo com que o jogo se torne genérico.
Assim como a jogabilidade, os gráficos do jogo são bons, porém a arte do jogo é muito comum, tornando o jogo ainda menos original, e as músicas não se destacam muito, apenas cumprindo seu papel, portanto não existe nenhum aspecto que torne esse jogo realmente criativo ou autentico
Resumindo, Legend of the Void 2 usa conceitos tradicionais dos flash games de RPG sem inovar em nenhum aspecto, portanto, se você gosta de jogos inovadores, nem tente jogar, porém, se você apenas quer um RPG com uma boa jogabilidade, bons gráficos e uma complexidade que não é muito comum em flash games, Legend of the Void 2 é um ótimo jogo para você.
Link: http://armorgames.com/play/13615/legend-of-the-void-2
Mateus
sábado, 28 de julho de 2012
Dyad: Demo
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre a demo de Dyad, um jogo que, de acordo com os produtores, mistura corrida, shooter de nave e puzzle, e está disponível exclusivamente na Playstation Store.
Como eu disse acima, Dyad é um hibrido de três gêneros diferentes, portanto sua jogabilidade é um pouco difícil de explicar, mas podemos dizer que, basicamente, o jogador controla uma nave que navega por um túnel circular (pense em algo parecido com as fases bônus de certos jogos do Sonic) e deve "enganchar" (hook) inimigos, puxando sua nave no processo, aumentando sua velocidade e permitindo o uso de outras técnicas como o "graze" e o "lance" (as quais não explicarei aqui para não extender muito a postagem). Apesar da jogabilidade parecer complicada, ela é na verdade muito simples e intuitiva, fazendo com que qualquer um possa entender o jogo e se divertir com ele em poucos minutos.
Outra caracteristica do jogo que devo destacar são as missões, pois estas são bem variadas, indo desde chegar até o fim do estágio em um certo tempo até fazer "hook" em um determinado número de inimigos, algo que deixa o jogo mais interessante e menos repetitivo.
Apesar da jogabilidade ser ótima, o que realmente impressiona no jogo é a parte audiovisual, pois tudo no jogo, desde o cenário até os inimigos, é formado por luzes coloridas e formas abstratas que se distorcem, se expandem e se alteram de acordo com as ações do jogador, o mesmo vale para a música que começa como uma simples batida eletrônica, mas é alterada á medida que técnicas como "hook" e "graze" são utilizadas, ou seja, pode-se dizer que a jogabilidade afeta o gráfico e o áudio, o que torna Dyad um belo show interativo de luzes e sons.
Conclusão: Com sua jogabilidade simples de aprender e divertida, os gráficos e áudio que formam um verdadeiro show psicodélico e um conceito inovador, Dyad realmente é um jogo impressionante e sua demo deve ser baixada por qualquer jogador que se interesse por jogos com ideias diferentes ou inovadoras, porém devo destacar que se trata de um jogo fora do comum, logo jogadores acostumados com games mais tradicionais podem acabar não gostando muito dele.
Antes de terminar, um conselho aos jogadores que baixarem a demo: diminuam um pouco o brilho da sua TV antes de jogarem, pois as muitas luzes do jogo podem incomodar um pouco os olhos de alguns jogadores.
Mateus
Como eu disse acima, Dyad é um hibrido de três gêneros diferentes, portanto sua jogabilidade é um pouco difícil de explicar, mas podemos dizer que, basicamente, o jogador controla uma nave que navega por um túnel circular (pense em algo parecido com as fases bônus de certos jogos do Sonic) e deve "enganchar" (hook) inimigos, puxando sua nave no processo, aumentando sua velocidade e permitindo o uso de outras técnicas como o "graze" e o "lance" (as quais não explicarei aqui para não extender muito a postagem). Apesar da jogabilidade parecer complicada, ela é na verdade muito simples e intuitiva, fazendo com que qualquer um possa entender o jogo e se divertir com ele em poucos minutos.
Outra caracteristica do jogo que devo destacar são as missões, pois estas são bem variadas, indo desde chegar até o fim do estágio em um certo tempo até fazer "hook" em um determinado número de inimigos, algo que deixa o jogo mais interessante e menos repetitivo.
Apesar da jogabilidade ser ótima, o que realmente impressiona no jogo é a parte audiovisual, pois tudo no jogo, desde o cenário até os inimigos, é formado por luzes coloridas e formas abstratas que se distorcem, se expandem e se alteram de acordo com as ações do jogador, o mesmo vale para a música que começa como uma simples batida eletrônica, mas é alterada á medida que técnicas como "hook" e "graze" são utilizadas, ou seja, pode-se dizer que a jogabilidade afeta o gráfico e o áudio, o que torna Dyad um belo show interativo de luzes e sons.
Conclusão: Com sua jogabilidade simples de aprender e divertida, os gráficos e áudio que formam um verdadeiro show psicodélico e um conceito inovador, Dyad realmente é um jogo impressionante e sua demo deve ser baixada por qualquer jogador que se interesse por jogos com ideias diferentes ou inovadoras, porém devo destacar que se trata de um jogo fora do comum, logo jogadores acostumados com games mais tradicionais podem acabar não gostando muito dele.
Antes de terminar, um conselho aos jogadores que baixarem a demo: diminuam um pouco o brilho da sua TV antes de jogarem, pois as muitas luzes do jogo podem incomodar um pouco os olhos de alguns jogadores.
Mateus
sábado, 21 de julho de 2012
OUYA, o novo console indie
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o OUYA, um console que está sendo produzido por desenvolvedores independentes e está chamando a atenção de muitas pessoas nas ultimas semanas.
No entanto, antes de falar sobre o console eu quero novamente pedir desculpas aos leitores pelo longo período sem postagens novas neste blog. e explicar que isso aconteceu porque eu estava viajando, o que me impediu de postar, porém já voltei e a partir de hoje pretendo manter o blog atualizado mais constantemente com pelo menos uma postagem a cada três dias. Além disso, também continuarei postando novos vídeos no meu canal no Youtube.
Dito isso, vamos a postagem. Basicamente, o OUYA é um console produzido por uma desenvolvedora independente chefiada por Julie Urhman e Yves Behar que terá todos os seus games disponibilizados gratuitamente (modelo free-to-play, permitirá aos seus usuários desenvolverem e disponibilizarem novos games para ele sem ter que pagar qualquer tipo de taxa (um kit de desenvolvimento simples estará incluso no console) e custará 99 dólares.
Das características do console que foram citadas acima, a mais impactante e, de certo modo, polemica é definitivamente o fato de que todos os jogos que serão disponibilizados para o console devem ser gratuitos. É obvio que esses jogos não serão completamente gratuitos, alguns deles utilizarão o sistema de microtransações, outros exigirão uma assinatura mensal e será possível até mesmo disponibilizar uma parte do jogo de graça e cobrar pelo restante dele (uma espécie de demo), mesmo assim essa ainda é uma ideia considerada arriscada, porém ela é muito importante para que a proposta do console seja realizada, como explicarei abaixo.
Outra característica do OUYA que mencionei foi a possibilidade de qualquer usuário desenvolver seu próprio jogo e disponibilizá-lo online para outros jogarem sem a necessidade de licenças, taxas ou filtrações feitas por empresas maiores, o que é, definitivamente, uma ideia fantástica que permitirá o desenvolvimento de jogos independentes e mais criativos, porém, para que essa ideia seja executada de forma efetiva, a obrigatoriedade do modelo free-to-play se mostra necessária, pois isso incentivará as pessoas a experimentarem novos jogos e, caso gostem, gastar seu dinheiro com ele de alguma forma, algo que não aconteceria se eles fossem pagos, pois as pessoas acabariam comprando apenas jogos que já conhecem.
Juntamente com o fato de todos os jogos serem parcialmente grátis, o preço de apenas 99 dólares é um dos principais atrativos do OUYA para a maior parte das pessoas (aqueles que não estão interessados em criar games) e, caso ele tenha uma boa lista inicial de jogos (o que é provável já que muitas produtoras, especialmente as indie, já demonstraram interesse pelo console), pode fazer com que o console seja um sucesso.
Além disso, outra característica interessante desse projeto é o fato de que ele está sendo financiado pelo Kickstarter (site que permite as pessoas financiarem um projeto em troca de recompensas) e já atingiu a marca de 5,3 milhões de dólares em apenas 11 dias (a meta dos produtores era de 950 mil), mostrando o grande apoio do publico a esse novo e ousado projeto.
Pessoalmente, o OUYA me deixou bastante interessado e também impressionado tanto com a iniciativa dos desenvolvedores, quanto com o apoio do público, e, apesar de muitos ainda estarem céticos em relação a esse novo console, pois consideram o projeto arriscado, penso que, em uma época na qual os games para consoles estão cada vez mais saturados e pouco criativos, um projeto arriscado e inovador como o OUYA pode ser justamente o que nós (jogadores que gostam de games diferentes e inovadores) precisamos, um bem-vindo sopro de ar fresco no mercado de jogos para consoles.
Pagina do OUYA no Kickstarter
Mateus
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Now Playing - My Big Friend
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game de puzzle e plataforma My Big Friend, que está disponível no site Kongregate.
O jogo tem como protagonista uma pequena criatura que tem o objetivo de ajudar um grande dragão verde, coletando cristais e ferramentas para consertar uma máquina do tempo que enviará o dragão de volta para sua casa. Além disso, durante a busca por esses itens, o jogador deve resolver puzzles, completar minigames simples e viajar entre diferentes períodos de tempo (passado, presente e futuro).
Todas essas mecânicas são interessantes, porém já foram usadas (e muito, por sinal), então, o que torna My Big Friend diferente de outros jogos do gênero? A resposta é simples: o design dele é inteligente, por exemplo, o mundo do jogo é pequeno e fácil de ser explorado, porém esse mundo é totalmente alterado quando o jogador viaja para o passado ou para o futuro, deixando o jogador entretido, o mesmo vale para o ritmo de jogo que é quase perfeito, quase pois a movimentação do personagem é um pouco lenta, deixando o jogo entediante as vezes, no entanto o posicionamento dos minigames e puzzles ao longo do mundo está excelente.
Ainda na questão do design inteligente, até mesmo o tempo de jogo foi bem calculado, já que ele tem apenas 20 a 30 minutos de duração. Apesar de parecer pouco, mais do que isso faria o jogo se tornar repetitivo.
Concluindo, My Big Friend, é aquele tipo de jogo que diverte pela simplicidade e inteligência do design, e não pelo conteúdo complexo e elaborado, no entanto devo alertar aos jogadores que se trata de um jogo fácil, curto e, pode se dizer, tranquilo, portanto não esperem por um flash game genial e elaborado,mas sim por uma diversão rápida e que pode ser aproveitada por pessoas de qualquer idade.
Link: http://www.kongregate.com/games/ReFaller/my-big-friend
Mateus
Todas essas mecânicas são interessantes, porém já foram usadas (e muito, por sinal), então, o que torna My Big Friend diferente de outros jogos do gênero? A resposta é simples: o design dele é inteligente, por exemplo, o mundo do jogo é pequeno e fácil de ser explorado, porém esse mundo é totalmente alterado quando o jogador viaja para o passado ou para o futuro, deixando o jogador entretido, o mesmo vale para o ritmo de jogo que é quase perfeito, quase pois a movimentação do personagem é um pouco lenta, deixando o jogo entediante as vezes, no entanto o posicionamento dos minigames e puzzles ao longo do mundo está excelente.
Ainda na questão do design inteligente, até mesmo o tempo de jogo foi bem calculado, já que ele tem apenas 20 a 30 minutos de duração. Apesar de parecer pouco, mais do que isso faria o jogo se tornar repetitivo.
Concluindo, My Big Friend, é aquele tipo de jogo que diverte pela simplicidade e inteligência do design, e não pelo conteúdo complexo e elaborado, no entanto devo alertar aos jogadores que se trata de um jogo fácil, curto e, pode se dizer, tranquilo, portanto não esperem por um flash game genial e elaborado,mas sim por uma diversão rápida e que pode ser aproveitada por pessoas de qualquer idade.
Link: http://www.kongregate.com/games/ReFaller/my-big-friend
Mateus
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Now Playing - Zombotron 2
Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game Zombotron 2, um jogo de tiro 2D que se passa em um planeta distante infestado por zumbis.
A mecânica de jogo é muito boa, pois sempre funciona bem e não contem bugs ou outros problemas, entretanto ela é muito simples, pois ela não apresenta mudanças em relação ao outros jogos do mesmo estilo, se baseando apenas em matar inimigos e procurar chaves para abrir portas sem conter nenhum tipo de inovação.
Felizmente, existem alguns elementos que tornam o jogo menos repetitivo e genérico como: a possibilidade de comprar armas e outros equipamentos, a leve variedade nas maneiras de matar zumbis (o que já é algo divertido) e os cenários do jogo que combinam os estilos gráficos de jogos de zumbis e de aliens em uma mistura cartunesca bem interessante. Além disso, as musicas do jogo são ótimas e combinam com a ambientação.
Em resumo: tecnicamente falando, Zombotron 2 é um jogo muito bom, pois tem muitos níveis, é desafiante, tem uma mecânica sólida, bons gráficos e musicas, etc. Porém, ele não tem algo que é uma das principais características dos jogos indie eu considero muito importante: a inovação, portanto estou decepcionado com esse jogo, não apenas por não ser inovador, mas por ter potencial para ser um jogo excelente e inovador.
Link: http://armorgames.com/play/13457/zombotron-2
Mateus
A mecânica de jogo é muito boa, pois sempre funciona bem e não contem bugs ou outros problemas, entretanto ela é muito simples, pois ela não apresenta mudanças em relação ao outros jogos do mesmo estilo, se baseando apenas em matar inimigos e procurar chaves para abrir portas sem conter nenhum tipo de inovação.
Felizmente, existem alguns elementos que tornam o jogo menos repetitivo e genérico como: a possibilidade de comprar armas e outros equipamentos, a leve variedade nas maneiras de matar zumbis (o que já é algo divertido) e os cenários do jogo que combinam os estilos gráficos de jogos de zumbis e de aliens em uma mistura cartunesca bem interessante. Além disso, as musicas do jogo são ótimas e combinam com a ambientação.
Em resumo: tecnicamente falando, Zombotron 2 é um jogo muito bom, pois tem muitos níveis, é desafiante, tem uma mecânica sólida, bons gráficos e musicas, etc. Porém, ele não tem algo que é uma das principais características dos jogos indie eu considero muito importante: a inovação, portanto estou decepcionado com esse jogo, não apenas por não ser inovador, mas por ter potencial para ser um jogo excelente e inovador.
Link: http://armorgames.com/play/13457/zombotron-2
Mateus
sábado, 16 de junho de 2012
Wii U e os jogos indie
No entanto, primeiramente queria pedir desculpas aos leitores pelo longo tempo sem postagens novas e explicar que isso aconteceu porque eu fiquei doente nestes dias e também porque eu estive muito ocupado, porém, felizmente, esses problemas já estão resolvidos e eu voltarei a postar normalmente.
Agora vamos a postagem. Na minha opinião, além de apresentar um console que é muito inovador, interessante e ótimo para a criação de novos conceitos, a Nintendo também, acidentalmente ou não, criou um console que pode ser uma excelente plataforma para jogos indie, apesar de poucos terem percebido isso.
Digo isso por três motivos, que seguem abaixo:
1 - O Wii U possui, como já disse anteriormente, um conceito inovador com a jogabilidade usando duas telas e o chamado multiplayer assimétrico e, se os produtores indie já conseguem criar conceitos inovadores em consoles comuns, é até um pouco difícil imaginar o que eles podem fazer com essas ideias totalmente novas.
2 - O console terá grande foco na sua loja online, que terá até mesmo jogos também vendidos em disco (assim como acontece na Playstation Store, na Xbox Live Marketplace e na Steam), algo que também é excelente para os desenvolvedores indie, considerando que a imensa maioria desses jogos são lançados apenas digitalmente.
3 - Se os planos da Nintendo funcionarem, o console deve atender tanto ao publico casual quanto ao hardcore, tornando o publico do console muito variado e, consequentemente, permitindo que empresas menores produzam jogos de nicho (que constituem uma parte considerável dos jogos indie), já que existirá publico para esses jogos.
Obviamente, a Nintendo ainda não manifestou interesse em atrair produtores indie, pois neste momento o foco deles é vender o Wii U e criar uma base instalada, porém espero que, depois disso, a Nintendo passe a apoiar o desenvolvimento desses jogos em seu console, pois acredito que o console tem realmente muito potencial para o surgimento de jogos independentes inovadores.
Antes de encerrar essa postagem, quero informar aos leitores que, apesar de não ter comentado sobre a E3 pelos motivos mencionados no inicio da postagem, eu pretendo fazer, no fim do mês, um vídeo comentando sobre a feira e também sobre outras notícias importantes de junho.
Até logo
Mateus
sábado, 2 de junho de 2012
Now Playing - 1066
Olá leitores, neste Now Playing falarei sobre o flash game de estratégia 1066, que, em meio a tantos jogos do gênero existentes na internet, se destaca por parecer simples, mas na verdade ser bem complexo (o famoso fácil de aprender, difícil de dominar)
Basicamente, 1066 põe o jogador no comando de um exército medieval (Vikings, Normandos ou Ingleses) que deve derrotar o exercito adversário em uma batalha por turnos. Até essa parte o jogo parece bem comum, entretanto existe mais de um meio de derrotar os adversários: o primeiro, e mais obvio, método é matar todas as tropas inimigas, já o segundo método é assustar os adversários, fazendo com que eles fujam da batalha.
Esse segundo método é o que faz 1066 se destacar, pois torna as partidas mais improváveis e complexas, já que é possível assustar os inimigos de várias formas, por exemplo: insultando-os, flanqueando-os ou matando suas tropas mais poderosas. Outro detalhe interessante e inteligente é que certas ações assustam os inimigos ou não dependendo do estado da batalha, ou seja, os inimigos não serão intimidados por provocações se poucos soldados deles foram mortos. Por essas explicações acho que vocês já perceberam que o jogo exige bastante tática e inteligencia por parte do jogador, no entanto os controles são bastante simples de entender e também existem mini-games durante alguns momentos da batalha que facilitam um pouco a vida do jogador.
Os gráficos são simples, pois os personagens e cenários são silhuetas (algo aceitável considerando que o foco da ação é o tabuleiro onde as ações das tropas são definidas), porém não são feios, apenas cumprem seu papel, assim como o áudio.
Obviamente, recomendo esse jogo para todos os fãs de flash games de estratégia, pois contem uma jogabilidade sólida e um conceito diferente, que apesar de não ser totalmente novo (alguns jogos como Warfare 1917 e Warfare 1944 já utilizaram essa ideia, porém de uma forma diferente) foi muito bem implementado na mecânica de jogo.
Link: http://armorgames.com/play/4594/1066
Mateus
Basicamente, 1066 põe o jogador no comando de um exército medieval (Vikings, Normandos ou Ingleses) que deve derrotar o exercito adversário em uma batalha por turnos. Até essa parte o jogo parece bem comum, entretanto existe mais de um meio de derrotar os adversários: o primeiro, e mais obvio, método é matar todas as tropas inimigas, já o segundo método é assustar os adversários, fazendo com que eles fujam da batalha.
Esse segundo método é o que faz 1066 se destacar, pois torna as partidas mais improváveis e complexas, já que é possível assustar os inimigos de várias formas, por exemplo: insultando-os, flanqueando-os ou matando suas tropas mais poderosas. Outro detalhe interessante e inteligente é que certas ações assustam os inimigos ou não dependendo do estado da batalha, ou seja, os inimigos não serão intimidados por provocações se poucos soldados deles foram mortos. Por essas explicações acho que vocês já perceberam que o jogo exige bastante tática e inteligencia por parte do jogador, no entanto os controles são bastante simples de entender e também existem mini-games durante alguns momentos da batalha que facilitam um pouco a vida do jogador.
Os gráficos são simples, pois os personagens e cenários são silhuetas (algo aceitável considerando que o foco da ação é o tabuleiro onde as ações das tropas são definidas), porém não são feios, apenas cumprem seu papel, assim como o áudio.
Obviamente, recomendo esse jogo para todos os fãs de flash games de estratégia, pois contem uma jogabilidade sólida e um conceito diferente, que apesar de não ser totalmente novo (alguns jogos como Warfare 1917 e Warfare 1944 já utilizaram essa ideia, porém de uma forma diferente) foi muito bem implementado na mecânica de jogo.
Link: http://armorgames.com/play/4594/1066
Mateus
terça-feira, 29 de maio de 2012
Now Playing - Monsters' Den Chronicles
Olá leitores, neste Now Playing falarei sobre Monsters' Den Chronicles um flash game de RPG que, apesar de ter defeitos que podem ser considerados graves, é divertido e viciante.
A jogabilidade é uma mescla de conceitos comuns de vários jogos em flash, por exemplo: as missões acontecem em dungeons graficamente simples com grandes e complexos caminhos, o que lembra os RPGs em flash do estilo "dungeon crawler", já as batalhas são no tradicional esquema por turnos que lembra muito a série Sonny, porém ele contém duas diferenças: existe um "Action Clock" que determina quando cada personagem pode atacar (também conhecido como sistema ATB, criado na série Final Fantasy) é é possível determinar a posição dos personagens no campo de batalha, como no jogo Heaven & Hell.
Outro ponto que devo destacar é o eficiente sistema de organização do inventário, que torna bem fácil a geralmente irritante tarefa de gerenciar e comparar seus itens.
Agora vamos aos defeitos: os gráficos são realmente fracos com dungeons simples, cenários de batalha e personagens pouco complexos, apesar destes últimos serem artisticamente razoáveis e o áudio é péssimo com apenas duas músicas, sendo que uma delas tem apenas 10 segundos de duração e toca em loop infinito.
Basicamente, Monsters' Den Chronicles tem uma jogabilidade bastante sólida e divertida, porém é perceptível que houve pouco cuidado com a parte estética do jogo (gráficos e áudio).
Link: http://www.kongregate.com/games/garin/monsters-den-chronicles
Mateus
A jogabilidade é uma mescla de conceitos comuns de vários jogos em flash, por exemplo: as missões acontecem em dungeons graficamente simples com grandes e complexos caminhos, o que lembra os RPGs em flash do estilo "dungeon crawler", já as batalhas são no tradicional esquema por turnos que lembra muito a série Sonny, porém ele contém duas diferenças: existe um "Action Clock" que determina quando cada personagem pode atacar (também conhecido como sistema ATB, criado na série Final Fantasy) é é possível determinar a posição dos personagens no campo de batalha, como no jogo Heaven & Hell.
Outro ponto que devo destacar é o eficiente sistema de organização do inventário, que torna bem fácil a geralmente irritante tarefa de gerenciar e comparar seus itens.
Agora vamos aos defeitos: os gráficos são realmente fracos com dungeons simples, cenários de batalha e personagens pouco complexos, apesar destes últimos serem artisticamente razoáveis e o áudio é péssimo com apenas duas músicas, sendo que uma delas tem apenas 10 segundos de duração e toca em loop infinito.
Basicamente, Monsters' Den Chronicles tem uma jogabilidade bastante sólida e divertida, porém é perceptível que houve pouco cuidado com a parte estética do jogo (gráficos e áudio).
Link: http://www.kongregate.com/games/garin/monsters-den-chronicles
Mateus
terça-feira, 22 de maio de 2012
Now Playing - Paladog
Olá leitores, neste Now Playing falarei sobre o flash game Paladog, que é um jogo de estratégia divertido e bem feito, apesar de usar um conceito comum.
O jogo funciona da seguinte maneira, o jogador controla Paladog, um cachorro cavaleiro (os guerreiros deste jogo são animais), por um cenário bidimensional e deve destruir a base dos inimigos (zumbis), para isso ele deve invocar soldados e utilizar magias, que gastam, respectivamente, a comida e a mana do jogador (ambas se regeneram com o passar do tempo).
Pela descrição acima, o jogo poderia ser facilmente ignorado, pois existem muitos outros jogos com o mesmo conceito, porém o que diferencia Paladog desses jogos é sua profundidade, por exemplo, além de melhorar suas unidades (o que acontece em um jogo comum), o jogador também pode aumentar o nível do Paladog e, quando isso acontece, é necessário escolher uma entre três habilidades (skills), as quais também podem ter seu nível aumentado, ou seja, o número de estratégias possíveis se torna muito maior, o que deixa o jogo muito mais interessante.
Por fim, quero destacar o estilo artístico do jogo, que é bonito e torna os personagens carismáticos, porém não se deixe enganar por ele já que, apesar dos gráficos coloridos e até um pouco infantis, o jogo é bem desafiante.
Mateus
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Awesomenauts: Demo
Olá leitores, nesta postagem falarei sobre a demo do jogo indie Awesomenauts, disponivel na PSN, Xbox Live e lojas digitais de games para PC.
A primeira vista, Awesomenauts parece apenas um jogo de combate multiplayer simples, porém ao analisá-lo com mais cuidado percebe-se que ele é, na verdade, um jogo de estratégia no qual o jogador também participa do combate, ou seja, ele é um MOBA (Multiplayer Online Battle Arena, definição usada pra jogos que combinam estratégia com ação como League of Legends ou DOTA).
As partidas funcionam da seguinte maneira, dois times de três jogadores cada devem invadir a base do time adversário e proteger a sua, porém para chegar lá eles devem destruir as torres de defesa (turrets) no caminho. Além dos três jogadores, cada time também tem robôs que andarão automaticamente em direção as torres de defesa para tentar destruí-las (geralmente eles não causam muitos danos).
Por essa explicação, o jogo não parece envolver muita estratégia, porém se acrescentarmos nesse conceito a possibilidade de escolher determinadas habilidades para seu personagem antes da batalha, de perder seu Solar (dinheiro do jogo), caso seja morto, não conseguindo comprar upgrades para seus itens, e de se esconder atrás dos robôs para se proteger dos tiros, percebemos que o jogador não deve só agir, mas também pensar para vencer.
Agora, avaliando a demo: a ideia de colocar o conceito de um MOBA, que é um gênero complexo, em um jogo 2D relativamente simples de aprender é muito interessante e, apesar dos novatos terem que perder algumas partidas antes de entender a mecânica do jogo, funciona muito bem e torna-o amigável para os jogadores de console que geralmente não tem experiencia no gênero (grande parte dos MOBA são lançados apenas para PC).
Os gráficos com estilo cartunesco também estão muito bons, principalmente os personagens que têm certo carisma, apesar de não terem nenhum tipo de personalidade ou história (algo lógico já que se trata de um jogo multiplayer).
Resumindo, pela demo o jogo parece ser muito bom, apesar de ser um pouco difícil, e talvez eu compre-o, já que ele não é muito caro (10 dólares).
Mateus
domingo, 13 de maio de 2012
Republique é financiado pelos jogadores
A empresa Camouflaj + Logan, formada por produtores envolvidos na criação de vários jogos famosos como Metal Gear Solid, Halo e F.E.A.R, anunciou que, graças ao financiamento dos jogadores pelo site Kickstarter, o jogo Republique será produzido para sistemas IOS (Ipod, Iphone e Ipad), PC e MAC.
Para quem não sabe, o Kickstarter é um site que permite a uma empresa pedir doações dos jogadores para a produção de algo (um jogo, um livro, um filme, etc) e, em troca dessas doações, oferecer recompensas e, obviamente, quanto maior for a doação melhor é a recompensa. Na minha opinião, esse site tem um conceito genial, pois beneficia tanto os criadores de jogos indie quanto os jogadores, e, futuramente, pode se tornar uma das principais maneiras das produtoras independentes financiarem seus projetos.
Agora falando sobre o jogo, Republique tem uma ideia interessante. O jogador controla um personagem sem nome que tem a missão de hackear sistemas eletrônicos para ajudar Hope, a protagonista, a escapar do Overseer, um supercomputador que controla a vida de todos os habitantes do planeta.
Pouco foi revelado sobre a jogabilidade, mas aparentemente será uma espécie de Point'n Click. Além disso, os produtores prometem gráficos de alto nível, cenários 3D exploráveis, uma campanha com duração de 4 a 6 horas e momentos de ação intensa no qual o foco não será matar inimigos.
Pessoalmente, estou bastante impressionado com a ideia de Republique e com a ambiciosidade do projeto (geralmente projetos indie não tem orçamentos muito altos, pois isso é arriscado). Ficarei atento para mais informações sobre esse jogo e, obviamente, manterei vocês, leitores, informados.
Pagina do jogo no Kickstarter: http://www.kickstarter.com/projects/486250632/republique-by-camouflaj-logan
Mateus
Para quem não sabe, o Kickstarter é um site que permite a uma empresa pedir doações dos jogadores para a produção de algo (um jogo, um livro, um filme, etc) e, em troca dessas doações, oferecer recompensas e, obviamente, quanto maior for a doação melhor é a recompensa. Na minha opinião, esse site tem um conceito genial, pois beneficia tanto os criadores de jogos indie quanto os jogadores, e, futuramente, pode se tornar uma das principais maneiras das produtoras independentes financiarem seus projetos.
Agora falando sobre o jogo, Republique tem uma ideia interessante. O jogador controla um personagem sem nome que tem a missão de hackear sistemas eletrônicos para ajudar Hope, a protagonista, a escapar do Overseer, um supercomputador que controla a vida de todos os habitantes do planeta.
Pouco foi revelado sobre a jogabilidade, mas aparentemente será uma espécie de Point'n Click. Além disso, os produtores prometem gráficos de alto nível, cenários 3D exploráveis, uma campanha com duração de 4 a 6 horas e momentos de ação intensa no qual o foco não será matar inimigos.
Pessoalmente, estou bastante impressionado com a ideia de Republique e com a ambiciosidade do projeto (geralmente projetos indie não tem orçamentos muito altos, pois isso é arriscado). Ficarei atento para mais informações sobre esse jogo e, obviamente, manterei vocês, leitores, informados.
Pagina do jogo no Kickstarter: http://www.kickstarter.com/projects/486250632/republique-by-camouflaj-logan
Mateus
terça-feira, 8 de maio de 2012
Now Playing - Epic Combo Redux
Olá leitores, hoje comentarei sobre o divertido flash game Epic Combo Redux que é "um jogo de fazer combos", na minha opinião essa é a melhor definição para ele.
Neste jogo, seu objetivo é lançar tartarugas para o alto com um martelo e mantê-las no ar pelo maior tempo possível (fazendo um combo), para fazer isso você pode usar o dinheiro adquirido ao fazer combos para comprar vários itens como rebatedores (bumpers), minas terrestres, lasers e outros, ou seja, Epic Combo tem uma premissa simples e, de certo modo, ridícula, porém é viciante, pois é divertido construir sua "mesa de pinball" e fazer combos gigantescos.
O único defeito do jogo é que, quando você consegue um numero muito grande de itens, os combos ficam realmente gigantescos (inciei um combo quando comecei a escrever essa postagem e ele ainda não terminou), o que tira a vontade de continuar jogando, mesmo assim, Epic Combo Redux é bom para uma jogatina de uns 15 minutos.
http://armorgames.com/play/13256/epic-combo-redux
Mateus
Neste jogo, seu objetivo é lançar tartarugas para o alto com um martelo e mantê-las no ar pelo maior tempo possível (fazendo um combo), para fazer isso você pode usar o dinheiro adquirido ao fazer combos para comprar vários itens como rebatedores (bumpers), minas terrestres, lasers e outros, ou seja, Epic Combo tem uma premissa simples e, de certo modo, ridícula, porém é viciante, pois é divertido construir sua "mesa de pinball" e fazer combos gigantescos.
O único defeito do jogo é que, quando você consegue um numero muito grande de itens, os combos ficam realmente gigantescos (inciei um combo quando comecei a escrever essa postagem e ele ainda não terminou), o que tira a vontade de continuar jogando, mesmo assim, Epic Combo Redux é bom para uma jogatina de uns 15 minutos.
http://armorgames.com/play/13256/epic-combo-redux
Mateus
sábado, 5 de maio de 2012
Now Playing - Utopian Mining
Neste primeiro Now Playing comentarei sobre o flash game Utopian Mining, um jogo em 2D que para mim é uma mistura entre Minecraft e Chibi Robo (jogo de Gamecube).
Basicamente, você controla um robô com uma furadeira que tem a função de minerar recursos (elementos de Minecraft) para vender, mas ele também têm que se manter energizado (o que custa dinheiro), cumprir missões para restaurar uma cidade destruída (elementos de Chibi Robo) e não deixar sua temperatura aumentar muito durante as escavações, portanto o jogador tem que dividir seu tempo entre cumprir missões e sobreviver, o que eu achei muito interessante, pois torna o jogo mais desafiante e menos lento.
Infelizmente, a mecânica aparentemente não vai muito além disso, logo acredito que o jogo se tornará repetitivo mais para frente, mesmo assim vale a pena testá-lo, pois é um jogo bem interessante.
Link: http://www.kongregate.com/games/Schulles/utopian-mining
Mateus
Basicamente, você controla um robô com uma furadeira que tem a função de minerar recursos (elementos de Minecraft) para vender, mas ele também têm que se manter energizado (o que custa dinheiro), cumprir missões para restaurar uma cidade destruída (elementos de Chibi Robo) e não deixar sua temperatura aumentar muito durante as escavações, portanto o jogador tem que dividir seu tempo entre cumprir missões e sobreviver, o que eu achei muito interessante, pois torna o jogo mais desafiante e menos lento.
Infelizmente, a mecânica aparentemente não vai muito além disso, logo acredito que o jogo se tornará repetitivo mais para frente, mesmo assim vale a pena testá-lo, pois é um jogo bem interessante.
Link: http://www.kongregate.com/games/Schulles/utopian-mining
Mateus
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Sift Heads World
Depois dessa inauguração, vou começar realmente a comentar sobre jogos indie, e o jogo escolhido de hoje, ou melhor, a série escolhida de hoje é Sift Heads World.
Basicamente, Sift Heads World é uma série de flash games de
tiro nos quais os personagens são sticks (um "boneco de palito"
preto). Quem conhece um pouco de jogos em flash sabe que esses jogos geralmente
são simples e genéricos, porém essa série é diferente dessa maioria.
A diferença entre Sift Heads World e outros jogos, que se
percebe logo de imediato, é a existência de diversos tipos de missões, que
variam desde eliminar todos os guardas sem ser detectado utilizando um sniper
rifle até matar todos os inimigos em um local atirando rapidamente com sua
pistola.
Outro detalhe que me impressionou foi o estilo gráfico, pois
o jogo só tem quatro cores básicas: branco, cinza, preto e vermelho (algo que
lembra um pouco a série de HQs e filme Sin City), o que foi uma ideia
inteligente já que os sticks são pretos, portanto os personagens combinam com os
cenários. Além disso, o jogo também contém cutscenes (cenas que ocorrem em
momentos pré-definidos) excelentes, com direito a Quick-time Events.
Por fim, mas não menos importante, também temos a trilha
sonora, que, além de combinar perfeitamente com o estilo do jogo, deixa as
missões mais emocionantes.
Em resumo, Sift Heads World é uma série recomendada para
qualquer apreciador de flash games.
Site com todos os jogos da série: http://www.kongregate.com/search?q=sift+heads+world
Mateus
terça-feira, 1 de maio de 2012
Inauguração do blog
Olá leitores, eu, Mateus (fundador do blog NextgengamesBR), estou hoje fundando meu novo blog, o AltgamesBR, no qual eu comentarei sobre jogos indie, ou seja, jogos alternativos, geralmente produzidos com orçamento menor, pouco conhecidos pelo publico geral e lançados nas lojas digitais (PS Store, XBLA e Steam) ou para browsers (jogos em flash).
Decidi criar este novo blog porque eu quero escrever de uma maneira mais pessoal do que no NextgengamesBR, onde escrevo de uma forma mais técnica, ou seja, eu opinarei mais nas minhas postagens, coisa que, no meu outro blog, eu só posso fazer nas analises e mesmo assim de forma técnica.
Por causa desse estilo mais pessoal, existirão apenas dois "quadros" fixos: o "Now Playing" e o "Jogo Indie do mês", o primeiro poderá acontecer a qualquer momento, pois nele eu comentarei rapidamente sobre um jogo que acabei de descobrir e estou jogando, já no segundo eu escreverei (de forma mais aprofundada) sobre o melhor jogo que joguei no mês (não necessariamente um que tenha sido lançado naquele mês).
Além desses dois quadros, existirão postagens sem quadro fixo, nas quais eu comentarei sobre algo que achei interessante, que pode ser um novo game, uma noticia, ou outras coisas relacionadas a jogos indie.
Basicamente, essa é a minha nova ideia, espero que todos gostem. Então, bem vindos a meu novo blog.
Mateus
Decidi criar este novo blog porque eu quero escrever de uma maneira mais pessoal do que no NextgengamesBR, onde escrevo de uma forma mais técnica, ou seja, eu opinarei mais nas minhas postagens, coisa que, no meu outro blog, eu só posso fazer nas analises e mesmo assim de forma técnica.
Por causa desse estilo mais pessoal, existirão apenas dois "quadros" fixos: o "Now Playing" e o "Jogo Indie do mês", o primeiro poderá acontecer a qualquer momento, pois nele eu comentarei rapidamente sobre um jogo que acabei de descobrir e estou jogando, já no segundo eu escreverei (de forma mais aprofundada) sobre o melhor jogo que joguei no mês (não necessariamente um que tenha sido lançado naquele mês).
Além desses dois quadros, existirão postagens sem quadro fixo, nas quais eu comentarei sobre algo que achei interessante, que pode ser um novo game, uma noticia, ou outras coisas relacionadas a jogos indie.
Basicamente, essa é a minha nova ideia, espero que todos gostem. Então, bem vindos a meu novo blog.
Mateus
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