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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Now Playing - My Big Friend

Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game de puzzle e plataforma My Big Friend, que está disponível no site Kongregate. O jogo tem como protagonista uma pequena criatura que tem o objetivo de ajudar um grande dragão verde, coletando cristais e ferramentas para consertar uma máquina do tempo que enviará o dragão de volta para sua casa. Além disso, durante a busca por esses itens, o jogador deve resolver puzzles, completar minigames simples e viajar entre diferentes períodos de tempo (passado, presente e futuro).

Todas essas mecânicas são interessantes, porém já foram usadas (e muito, por sinal), então, o que torna My Big Friend diferente de outros jogos do gênero? A resposta é simples: o design dele é inteligente, por exemplo, o mundo do jogo é pequeno e fácil de ser explorado, porém esse mundo é totalmente alterado quando o jogador viaja para o passado ou para o futuro, deixando o jogador entretido, o mesmo vale para o ritmo de jogo que é quase perfeito, quase pois a movimentação do personagem é um pouco lenta, deixando o jogo entediante as vezes, no entanto o posicionamento dos minigames e puzzles ao longo do mundo está excelente.

Ainda na questão do design inteligente, até mesmo o tempo de jogo foi bem calculado, já que ele tem apenas 20 a 30 minutos de duração. Apesar de parecer pouco, mais do que isso faria o jogo se tornar repetitivo.

Concluindo, My Big Friend, é aquele tipo de jogo que diverte pela simplicidade e inteligência do design, e não pelo conteúdo complexo e elaborado, no entanto devo alertar aos jogadores que se trata de um jogo fácil, curto e, pode se dizer, tranquilo, portanto não esperem por um flash game genial e elaborado,mas sim por uma diversão rápida e que pode ser aproveitada por pessoas de qualquer idade.

Link: http://www.kongregate.com/games/ReFaller/my-big-friend

Mateus

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Now Playing - Zombotron 2

Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o flash game Zombotron 2, um jogo de tiro 2D que se passa em um planeta distante infestado por zumbis.

A mecânica de jogo é muito boa, pois sempre funciona bem e não contem bugs ou outros problemas, entretanto ela é muito simples, pois ela não apresenta mudanças em relação ao outros jogos do mesmo estilo, se baseando apenas em matar inimigos e procurar chaves para abrir portas sem conter nenhum tipo de inovação.

 Felizmente, existem alguns elementos que tornam o jogo menos repetitivo e genérico como: a possibilidade de comprar armas e outros equipamentos, a leve variedade nas maneiras de matar zumbis (o que já é algo divertido) e os cenários do jogo que combinam os estilos gráficos de jogos de zumbis e de aliens em uma mistura cartunesca bem interessante. Além disso, as musicas do jogo são ótimas e combinam com a ambientação.

Em resumo: tecnicamente falando, Zombotron 2 é um jogo muito bom, pois tem muitos níveis, é desafiante, tem uma mecânica sólida, bons gráficos e musicas, etc. Porém, ele não tem algo que é uma das principais características dos jogos indie eu considero muito importante: a inovação, portanto estou decepcionado com esse jogo, não apenas por não ser inovador, mas por ter potencial para ser um jogo excelente e inovador.

Link: http://armorgames.com/play/13457/zombotron-2

Mateus

sábado, 16 de junho de 2012

Wii U e os jogos indie

Olá leitores, nesta postagem comentarei sobre o futuro console da Nintendo, o Wii U, que foi mostrado na E3 deste ano e, aparentemente, inovará a forma como nós jogamos videogame.

No entanto, primeiramente queria pedir desculpas aos leitores pelo longo tempo sem postagens novas e explicar que isso aconteceu porque eu fiquei doente nestes dias e também porque eu estive muito ocupado, porém, felizmente, esses problemas já estão resolvidos e eu voltarei a postar normalmente.

Agora vamos a postagem. Na minha opinião, além de apresentar um console que é muito inovador, interessante e ótimo para a criação de novos conceitos, a Nintendo também, acidentalmente ou não, criou um console que pode ser uma excelente plataforma para jogos indie, apesar de poucos terem percebido isso.

Digo isso por três motivos, que seguem abaixo:

1 - O Wii U possui, como já disse anteriormente, um conceito inovador com a jogabilidade usando duas telas e o chamado multiplayer assimétrico e, se os produtores indie já conseguem criar conceitos inovadores em consoles comuns, é até um pouco difícil imaginar o que eles podem fazer com essas ideias totalmente novas.

2 - O console terá grande foco na sua loja online, que terá até mesmo jogos também vendidos em disco (assim como acontece na Playstation Store, na Xbox Live Marketplace e na Steam), algo que também é excelente para os desenvolvedores indie, considerando que a imensa maioria desses jogos são lançados apenas digitalmente.

3 - Se os planos da Nintendo funcionarem, o console deve atender tanto ao publico casual quanto ao hardcore, tornando o publico do console muito variado e, consequentemente, permitindo que empresas menores produzam jogos de nicho (que constituem uma parte considerável dos jogos indie), já que existirá publico para esses jogos.

Obviamente, a Nintendo ainda não manifestou interesse em atrair produtores indie, pois neste momento o foco deles é vender o Wii U e criar uma base instalada, porém espero que, depois disso, a Nintendo passe a apoiar o desenvolvimento desses jogos em seu console, pois acredito que o console tem realmente muito potencial para o surgimento de jogos independentes inovadores.

Antes de encerrar essa postagem, quero informar aos leitores que, apesar de não ter comentado sobre a E3 pelos motivos mencionados no inicio da postagem, eu pretendo fazer, no fim do mês, um vídeo comentando sobre a feira e também sobre outras notícias importantes de junho.

Até logo

Mateus

sábado, 2 de junho de 2012

Now Playing - 1066

Olá leitores, neste Now Playing falarei sobre o flash game de estratégia 1066, que, em meio a tantos jogos do gênero existentes na internet, se destaca por parecer simples, mas na verdade ser bem complexo (o famoso fácil de aprender, difícil de dominar)

Basicamente, 1066 põe o jogador no comando de um exército medieval (Vikings, Normandos ou Ingleses) que deve derrotar o exercito adversário em uma batalha por turnos. Até essa parte o jogo parece bem comum, entretanto existe mais de um meio de derrotar os adversários: o primeiro, e mais obvio, método é matar todas as tropas inimigas, já o segundo método é assustar os adversários, fazendo com que eles fujam da batalha.

Esse segundo método é o que faz 1066 se destacar, pois torna as partidas mais improváveis e complexas, já que é possível assustar os inimigos de várias formas, por exemplo: insultando-os, flanqueando-os ou matando suas tropas mais poderosas. Outro detalhe interessante e inteligente é que certas ações assustam os inimigos ou não dependendo do estado da batalha, ou seja, os inimigos não serão intimidados por provocações se poucos soldados deles foram mortos. Por essas explicações acho que vocês já perceberam que o jogo exige bastante tática e inteligencia por parte do jogador, no entanto os controles são bastante simples de entender e também existem mini-games durante alguns momentos da batalha que facilitam um pouco a vida do jogador.

Os gráficos são simples, pois os personagens e cenários são silhuetas (algo aceitável considerando que o foco da ação é o tabuleiro onde as ações das tropas são definidas), porém não são feios, apenas cumprem seu papel, assim como o áudio.

Obviamente, recomendo esse jogo para todos os fãs de flash games de estratégia, pois contem uma jogabilidade sólida e um conceito diferente, que apesar de não ser totalmente novo (alguns jogos como Warfare 1917 e Warfare 1944 já utilizaram essa ideia, porém de uma forma diferente) foi muito bem implementado na mecânica de jogo.

Link: http://armorgames.com/play/4594/1066

Mateus